|
|
No dia 30 de março de 1968, perto da cidade de Palmar de Troya (aproximadamente 40 km de Sevilha, Espanha), à Santíssima Virgem Maria apareceu sobre uma árvore (lentisco) a quatro meninas: Rafaela, Ana, Josefa, e Ana. Elas correram para contar a outros sobre a aparição, e logo muitas pessoas de diferentes lugares começaram a freqüentar o lugar para rezar. Com o tempo, um santuário se edificou no lugar onde a Santíssima Virgem apareceu. Durante os meses que seguiam la primeira aparição, a Santíssima Virgem aparecia a vários videntes locais que foram escolhidos como instrumentos para comunicar as mensagens Divinas. Os principais foram Maria Luísa Vila, Maria Marín, José Navarro, Antônio Romeiro, Arsênia Llanos, Manoel Fernández, Antônio Arenillos e Clemente Domínguez e Gómez. Os videntes no curso das aparições eram participantes dos numerosos estigmas visíveis, desfiles extáticos e copiosos sangramentos normalmente associados com a Semana Santa. Estas são participações místicas na Paixão. A recepção do Menino Jesus nos braços dos videntes para a adoração dos espectadores, combinado com o cheiro de perfumes místicos, eram os fenômenos místicos mais freqüentes. Ali se deu testemunha de freqüentes Comunhões místicas visíveis, locuções, revelações privadas e mensagens. Se pode dizer que todos os diferentes fenômenos místicos descritos na teologia sucederam neste Sagrado Lugar. Estes acontecimentos extraordinários persistiram e a fidelidade à Doutrina Tradicional da Igreja, as Sagradas Escrituras e ao Vigário de Cristo foi mantendo-se, apesar das perseguições, calunias, insultos e sofrimentos que os videntes e apóstolos de Palmar tinha que suportar. Naquele lugar havia um testemunho esplêndido: a piedade, sinal inequívoca da intervenção direta do céu e autenticidade das mensagens. Semelhante intervenção celestial extraordinária não poderia explicar-se, se não fosse por graves razões justificadas.
| ||||||||||||||||||||||||